Lair Bernardoni lança seu novo livro no Balneário Shopping

27/02/2019
Fotógrafa e escritora catarinense apresenta “Rotas Lairianas” em evento especial no espaço Compartilhe Livros nesta quinta-feira

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Imagens e prosas poéticas que permeiam o novo livro de uma das fotógrafas e escritoras mais celebradas do Sul do Brasil irão movimentar o Balneário Shopping, nesta quinta-feira, 28 de fevereiro. Lair Bernardoni está de volta às livrarias após um hiato de 12 anos. O novo livro, “Rotas Lairianas”, reúne dois traços marcantes da artista catarinense: suas viagens em torno do mundo e o seu lirismo que é passaporte da sua trajetória na vida e na arte.

O livro será apresentado ao público em um evento especial marcado para 20h, no espaço Compartilhe Livros, em frente à loja Adidas, no L2. Imagens da artista também irão compor o espaço para receber fãs e convidados. Um refinado acabamento coroa a parceria de Lair com a Editora Letradágua, que fez sua estreia literária com “Girassol-Giralua” (2000). Foram publicados depois, “Pinceladas de Luz” (Baumgarten, 2006) e “Azas Azuis” (Letradágua, 2007), obras de grande repercussão junto a especialistas e de emocionante acolhimento por parte do público.

A obra fotográfica de Lair Bernardoni ganhou o mundo na década de 1980, quando ingressou no elenco do The Image Bank, sendo comercializada em países do Ocidente e Oriente, nas 76 sucursais que dispunha o Banco de Imagens mais famoso do mundo. No Brasil e no exterior, suas imagens espelharam capas de livros, perfumes, discos e peças publicitárias de grandes empresas. Foi a única fotógrafa-mulher da América Latina nesse elenco criativo titulado com o The Best in The World.

Sua criação integra também acervos museográficos como o Musée Français de la Photographie, parte integrante do Museu do Louvre, na França. Lair realizou inúmeras exposições individuais no Brasil, inclusive no MASP (Museu de Arte de São Paulo), e nas principais capitais do mundo como Roma, Paris, Whashington, Viena e Atenas.

Em sua apresentação, o editor do livro, Joel Gehlen, define que a obra “é um cardiopassaporte que nos faz valsar entre terras e trilhos que não se deixam medir nas distâncias, mas pelas milhagens da indecifrável emoção. Em todas as idas e vindas, buscamos realizar a viagem essencial, aquela em que levamos o corpo ao lugar onde esteja o coração”.

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