Festa, música e um grande espetáculo de fogos de artifício marcaram a chegada de 2026 em Itajaí. Ao longo da Avenida Beira Rio, o público se concentrou desde cedo para garantir um bom ângulo e acompanhar a queima pirotécnica de 12 minutos preparada pelo município para celebrar o Ano-Novo. Conforme estimativa da Guarda Municipal e da Polícia Militar, cerca de 80 mil pessoas assistiram ao show de fogos na avenida.
Em um evento inédito iniciado no dia 27 de dezembro, o Festival Réveillon 2026 reuniu, ao longo de quatro dias, aproximadamente 60 mil pessoas apenas no espaço dos shows. Na noite da virada, o público que passou pela arena do festival chegou a 19.783 pessoas, sem contabilizar aqueles que acompanharam o espetáculo pirotécnico na Avenida Beira Rio e em outros pontos da cidade.
A programação diversificada atraiu públicos de diferentes perfis. Enquanto parte dos presentes aguardava a chegada do Ano-Novo na arena do Festival Réveillon 2026 ao som de Vitor Kley, famílias, grupos de amigos e visitantes ocuparam o calçadão da Beira Rio e áreas próximas para acompanhar a queima de fogos.
Cenas inéditas tomaram conta de uma das mais belas paisagens de Itajaí, que foi transformada em um verdadeiro mar de gente. Muitas famílias levaram ceias preparadas em casa e celebraram a virada em clima de confraternização no calçadão.
O empresário Thales Lázaro Soares Batista esteve presente com a família e aprovou a experiência. “É a primeira vez que eu venho e achei muito bom. Depois de uma onda de calor, deu uma refrescada e está todo mundo comemorando. Espero que, em 2026, a cidade cresça cada vez mais e que tenha mais eventos como esse”, comentou.
Quando o relógio marcou meia-noite, os primeiros disparos de fogos iluminaram o céu de Itajaí com cascatas de luzes e efeitos visuais refletidos na Baía Afonso Wippel, emocionando o público presente na orla da Beira Rio, nos molhes, na arena do festival e em diversos pontos da cidade.
Foram cerca de cinco mil disparos em 12 minutos, realizados a partir de balsas posicionadas na baía e de fogos instalados nos molhes. O espetáculo utilizou fogos de baixo estampido, garantindo uma apresentação visual marcante e acessível.
Os efeitos incluíram baterias sincronizadas formando desenhos em “Z”, leques luminosos, variações de cores e vasos de luz. Candelas de duas polegadas, com oito disparos cada, criaram movimentos em níveis mais baixos, entre 30 e 50 metros de altura. Na sequência, morteiros de três a seis polegadas atingiram até 150 metros, promovendo grandes aberturas no céu.
“Eu fiquei emocionada. Nos outros anos não tinha nada na cidade, e foi lindo”, relatou a motorista de ônibus Katiuscia Menezes.
Após a virada, o show continuou no palco com o cantor Vitor Kley, que viveu parte da infância e adolescência em Itajaí e comandou a apresentação antes e depois da contagem regressiva. Com seus sucessos, manteve o clima de celebração durante a transição para o novo ano.
“É muito bom fazer a virada do ano aqui. O público responde muito bem. Eu cresci na cidade, muitas histórias aconteceram aqui. Um feliz 2026 para a galera de Itajaí”, destacou o artista.
A programação do Réveillon seguiu até as 4h da manhã, com apresentação do grupo Kamisa 10. A combinação entre a queima de fogos, os shows nacionais e a participação do público marcou um momento histórico nos investimentos em grandes eventos promovidos pelo município.






