Avanço científico liderado por pesquisadora da UFRJ reforça importância da inclusão, avalia André Naves

Avanço científico liderado por pesquisadora da UFRJ reforça importância da inclusão, avalia André Naves

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No Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o trabalho da cientista brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, ganhou destaque internacional ao representar um avanço relevante na neurociência e na reabilitação de pessoas com deficiência.

Após 25 anos de pesquisa, a cientista desenvolveu um tratamento experimental inovador baseado na polilaminina, uma proteína derivada da placenta humana, capaz de regenerar nervos lesionados. Os resultados já possibilitaram que pacientes paraplégicos e tetraplégicos recuperassem movimentos e sensibilidade, abrindo novas perspectivas para a medicina regenerativa e para a ampliação da autonomia de pessoas com deficiência física.

Para o Defensor Público Federal André Naves, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, a data reforça a importância do reconhecimento e do apoio à atuação das mulheres na ciência, especialmente em áreas com impacto direto na dignidade humana. Segundo ele, a pesquisa liderada por Tatiana Coelho de Sampaio evidencia o potencial transformador da ciência quando aliada à inclusão social.

“O trabalho da professora Tatiana demonstra como a ciência pode contribuir para a superação de barreiras históricas enfrentadas por pessoas com deficiência. Valorizar mulheres cientistas é também investir em soluções que ampliam direitos e oportunidades”, afirma André Naves.

O defensor destaca ainda a necessidade de políticas públicas contínuas de incentivo à pesquisa científica no Brasil, com atenção especial às mulheres cientistas. Para ele, garantir financiamento, reconhecimento institucional e continuidade das pesquisas é essencial para que descobertas científicas se convertam em benefícios concretos para a população e em políticas públicas efetivas.

O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de promover o acesso igualitário das mulheres às carreiras científicas e tecnológicas, enfrentando desigualdades históricas de gênero no setor.

Mais informações sobre a atuação de André Naves podem ser encontradas em seus canais oficiais.

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