No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5/6), o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, fez pronunciamento em rede nacional para prestar contas à população sobre os avanços ambientais conquistados pelo Governo Federal desde 2023 e antecipar as medidas adotadas diante da previsão de um novo El Niño em 2026.
Entre os destaques do pronunciamento esteve o reforço ao combate a incêndios florestais. “Neste ano, diante da previsão de um novo El Niño, reforçamos o monitoramento e colocamos em campo o maior contingente de brigadistas da nossa história. Aumentamos o número de aeronaves e equipamentos de prevenção e combate e apoiamos em mais de meio bilhão de reais os corpos de Bombeiros dos estados onde há mais incêndios florestais”, afirmou o ministro.
“Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, renovamos o compromisso de deixar para as próximas gerações um país mais preparado e mais sustentável. Porque proteger o meio ambiente é proteger a vida e o futuro de todas as famílias brasileiras”, completou.
Meio ambiente como indutor do desenvolvimento
Desde janeiro de 2023, a gestão federal retomou a política de tratar o meio ambiente não como obstáculo, mas como indutor do desenvolvimento econômico, demonstrando ser possível crescer, gerar emprego e renda sem deixar de proteger florestas, águas e biodiversidade.
Combate ao desmatamento
Nos últimos três anos, o desmatamento na Amazônia caiu pela metade. No Cerrado, a redução foi de 32%, e no Pantanal, de 65%. Além disso, o governo ampliou significativamente as áreas protegidas, com a criação de mais de uma dezena de novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e territórios quilombolas — somadas, equivalentes a cerca de 5 milhões de campos de futebol.
Transição energética
O Brasil retomou protagonismo na transição energética, com substituição de combustíveis fósseis por alternativas mais limpas, como biocombustíveis e eletricidade, além de estímulos à renovação da frota privada e do transporte público. Os resultados foram viabilizados pelo fortalecimento de instituições como o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, alvos de tentativas de desmonte em gestões anteriores.
Fundo Amazônia e cooperação internacional
Após quatro anos de afastamento, o país retomou o Fundo Amazônia, que conta atualmente com nove países financiadores. O conjunto de ações resultou em volume recorde de R$ 204 bilhões em recursos públicos e privados, nacionais e internacionais, destinados ao desenvolvimento sustentável.
Recuperação de áreas degradadas
O governo também intensificou os investimentos na restauração florestal e na recuperação de áreas degradadas, totalizando 3,4 milhões de hectares reabilitados até o momento.
Investimentos e critérios ambientais
No cenário global, critérios ambientais passaram a definir acordos comerciais e a orientar decisões de investimento. Ignorar essa tendência representa risco de fechamento de mercados e isolamento econômico — o que torna a proteção ambiental também uma garantia para a prosperidade da economia brasileira.
Alerta para a temporada de seca
Com a aproximação do período de estiagem, o governo federal orienta a população a não utilizar fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou abrir áreas. Focos de incêndio devem ser comunicados imediatamente às autoridades, aos corpos de bombeiros e às brigadas de incêndio. “Agir rápido salva vidas, protege comunidades e evita que o fogo se espalhe”, reforçou o ministro.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República






