Itajaí inicia 2026 com recordes no porto e preço médio de R$ 12,8 mil/m² no setor imobiliário

Itajaí inicia 2026 com recordes no porto e preço médio de R$ 12,8 mil/m² no setor imobiliário

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Com alta em 2025 de 8,81%  e o quarto metro quadrado mais caro do país, o desempenho imobiliário da cidade catarinense de Itajaí, um dos 30 maiores PIBs do país, triplicou no ano passado o VGV registrado em 2022. A alta liquidez do setor traz como destaque o faturamento recorde do Porto de Itajaí, que encerrou o ano com receita de R$ 180 milhões. Com a escassez de terrenos nos bairros nobres, o mercado imobiliário local entra em uma era de maturidade e rentabilidade de nicho, com foco no alto luxo, conforme aponta especialista da construtora Blue Heaven.

Fevereiro, 2026 – A economia de Itajaí abriu o exercício de 2026 com a gestão da Codeba (Companhia Docas do Estado da Bahia) sobre o complexo portuário local, rumo à transição para a gestão definitiva da União. O ano de 2025, período de transição, garantiu um faturamento recorde de R$ 180 milhões e o saneamento de passivos históricos. No mercado imobiliário local, o fechamento do ano sentiu reflexos do avanço portuário e confirmou a valorização acima da média nacional: o metro quadrado encerrou dezembro cotado a R$ 12.848, uma alta anual de 8,81%, segundo o Índice FipeZAP, um dos 5 mais altos do país. Especialista Fabrício Bellini, CEO da construtora de luxo local Blue Heaven, prevê o início de uma fase de maturidade técnica, sustentada por fundamentos logísticos e pela escassez de oferta na orla e na beira-rio.

A expectativa para 2026 traz ainda o impacto da retomada da construção naval. Contratos de R$ 7 bilhões firmados via BNDES para a produção de embarcações de apoio à Petrobras devem injetar 15 mil novos postos de trabalho na região, e pressionam positivamente a demanda por serviços e habitação, o que blinda a economia local de oscilações turísticas. O avanço na indústria náutica de lazer é mais um destaque, já que a cidade responde por quase 70% na produção de lanchas e iates do país e por 90% das exportações. Além disso, a construção do maior shopping náutico dentro de uma marina, a Marina Itajaí, resultado de um investimento de R$ 100 milhões na primeira fase, também deve acelerar o desenvolvimento. A inauguração está prevista para o verão de 2026/2027.

Com a arrecadação de ICMS projetada em R$ 1 bilhão para 2026 e a estabilidade no porto, expansão em outros setores e serviços, o município deve acelerar o ritmo de investimentos em infraestrutura urbana, o que ajuda a sustentar o valor dos ativos imobiliários no longo prazo.

Além disso, no imobiliário, auditoria da Brain Inteligência Estratégica, publicada em meados de 2025, já apontava um Valor Geral de Vendas (VGV) acumulado de R$ 7,3 bilhões — um salto de 305% sobre a base de 2022.

O executivo da construtora Blue Heaven acredita que 2026 inaugura uma “nova revolução”: o foco migra do volume de lançamentos para a rentabilidade de nicho. Com o metro quadrado em áreas nobres (Fazenda e Praia Brava) que já superam a barreira dos R$ 30.000, o mercado se descola da média nacional para atrair investidores focados em qualidade de vida, segurança patrimonial e liquidez, atendendo ao fluxo corporativo gerado pela reindustrialização naval e portuária e pela força dos serviços, da indústria e da logística.

Na área imobiliária, com terrenos escassos, as incorporadoras apostam em projetos de alta complexidade. O Infinitá Treehouse, da Blue Heaven, é um modelo dessa nova fase, premiado internacionalmente e em período de entrega. Com ticket médio de R$ 11 milhões e VGV de R$ 150 milhões, o projeto não compete por preço, mas por especificação técnica e qualidade construtiva e de materiais.

A engenharia do edifício introduziu sistemas de gestão hídrica que reduzem em 60% o consumo de água potável e automação para eficiência energética de 80% em iluminação, além de soluções de alta tecnologia como piscinas em vidro nas sacadas com lajes inclinadas, acabamentos com pedras vulcânicas, opções de automação até nas churrasqueiras e unidades que chegam a medir mais de 800 m2 com quadros vivos, do chão ao teto, para a mata, para a marina e para o mar. 

Para Fabrício Bellini, CEO da Blue Heaven, esses diferenciais refletem a exigência de um comprador que busca em Itajaí uma alternativa urbana sofisticada e de padrão global, e não apenas uma casa de veraneio.

“A realidade de 2026 é qualificação. Itajaí se tornou um mercado maduro e consolidado. O investidor hoje, seja ele do agronegócio, de serviços ou da indústria, já precificou a cidade como um polo internacional. O que ele busca agora são opções irreplicáveis, que entreguem engenharia de ponta, máximo conforto e sustentabilidade real, blindados da volatilidade de produtos padronizados.”

Sobre a Blue Heaven Empreendimentos 

Comandada pelo especialista em mercado imobiliário Fabricio Bellini, com mais de 20 anos de experiência, a Blue Heaven Empreendimentos tem a missão de oferecer um jeito de morar inovador e de alto conforto em harmonia ao meio ambiente. Com a filosofia “Building With Nature”, a empresa coloca sua inteligência construtiva e tecnologia a serviço do equilíbrio da vida. Seus projetos exclusivos são expressões da colaboração entre renomados arquitetos, inovações em materiais construtivos, acabamentos, mobiliário e a busca incessante pela conexão entre o ser humano e natureza, contribuindo com o valor de sustentabilidade em sua essência, além de trazer arte às regiões que estão inseridos.

https://blueheaven.com.br/ 

 

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