Mais de 206 mil famílias em Santa Catarina recebem o Bolsa Família a partir desta segunda-feira

Mais de 206 mil famílias em Santa Catarina recebem o Bolsa Família a partir desta segunda-feira

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Em agosto, mais de 206,3 mil famílias em todos os 295 municípios de Santa Catarina serão contempladas com o Bolsa Família, com investimento federal superior a R$ 135,49 milhões e benefício médio de R$ 659,40. Os pagamentos começam nesta segunda-feira (18/8) e seguem até 29 de agosto, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS).

Auxílio Gás

No mesmo calendário, o Governo Federal também paga o Auxílio Gás, de R$ 108, voltado a pessoas em maior vulnerabilidade social. Em Santa Catarina, o benefício atenderá 53,7 mil famílias, totalizando investimento de R$ 5,8 milhões.

Benefício Primeira Infância

Dentro do pacote de benefícios retomados desde 2023, 127,1 mil crianças de 0 a 6 anos recebem o Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 por integrante desta faixa etária, com aporte de R$ 16,4 milhões no estado.

Benefícios complementares

O programa também prevê adicionais de R$ 50 para 183,4 mil crianças e adolescentes de 7 a 18 anos, além de 8.564 gestantes e 3.648 nutrizes, totalizando mais de R$ 8,19 milhões em repasses.

Grupos prioritários

Em agosto, o Bolsa Família em Santa Catarina alcança 8.218 famílias em situação de rua, 2.418 indígenas, 364 quilombolas, 94 com crianças em trabalho infantil, 456 resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 3.675 famílias de catadores de material reciclável.

Por município

Joinville lidera em número de beneficiários (13.891), seguida de Florianópolis (13.305), Lages (8.373), Palhoça (7.455), Itajaí (7.365) e São José (7.059). O município com maior valor médio de benefício é Ipumirim (R$ 854,71), seguido por Flor do Sertão (R$ 829,97), José Boiteux (R$ 790,10) e Ascurra (R$ 757,74).

Panorama nacional

Em âmbito nacional, o programa atende 19,19 milhões de famílias, com valor médio de R$ 671,54 e investimento federal de R$ 12,8 bilhões. Do total de beneficiários, 83,9% dos responsáveis familiares são mulheres e 73,26% das pessoas atendidas se identificam como preta ou parda.

A Regra de Proteção permite que beneficiários permaneçam por até um ano no programa mesmo após aumento de renda ou emprego com carteira assinada, recebendo 50% do valor. Em agosto, 2,63 milhões de famílias se beneficiam desta regra.

Distribuição regional e estadual

O Nordeste concentra o maior número de contemplados (8,92 milhões), seguido pelo Sudeste (5,42 milhões), Norte (2,49 milhões), Sul (1,33 milhão) e Centro-Oeste (1,01 milhão). Entre os estados, Bahia lidera com 2,34 milhões de famílias, seguida por São Paulo (2,24 milhões). O maior valor médio de repasse está em Roraima (R$ 733), seguido por Amazonas (R$ 723), Acre (R$ 721) e Amapá (R$ 718).

Entre os municípios brasileiros, Uiramutã (RR) registra o maior valor médio (R$ 1.013,05), seguido de Campinápolis (MT), Santa Rosa do Purus (AC) e Jordão (AC).

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