TURISMO PELO MUNDO
Turismo, ruim para a Europa e EUA? Oportunidades para a América do Sul! Mas para isso é preciso organização, infraestrutura, conectividade e preços competitivos! Temos? Os modelos econômicos do turismo preveem forte queda no setor em meio ao conflito no Oriente Médio. Uma nova modelagem da Tourism Economics, pinta um quadro sombrio para a demanda de viagens no Oriente Médio em 2026 como resultado da escalada do conflito envolvendo o Irã. Antes do início das hostilidades, previa-se que a região apresentaria um forte crescimento de dois dígitos no número de turistas internacionais este ano. No entanto, a Tourism Economics agora descreve dois cenários possíveis — e ambos representam uma reversão drástica dessa perspectiva. Mesmo no cenário mais otimista, em que o conflito seja resolvido em poucas semanas, as chegadas internacionais ao Oriente Médio ainda cairiam cerca de 11% em relação ao ano anterior. Isso se traduziria em aproximadamente 23 milhões de visitantes a menos em comparação com as projeções anteriores, eliminando cerca de US$ 34 bilhões em gastos com turismo.

Caso o conflito persista por cerca de dois meses, a retração se agravará significativamente. Nesse caso, as chegadas em toda a região poderão cair aproximadamente 27% em 2026 , o que equivale a até 38 milhões de visitantes perdidos e cerca de US$ 56 bilhões em receitas turísticas não arrecadadas. A modelagem mostra que, embora os destinos do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) sofram as maiores perdas em números absolutos de visitantes — devido à sua escala e forte dependência da conectividade aérea —, os declínios percentuais podem ser ainda mais acentuados em mercados fora do CCG, que se esperava que apresentassem uma forte recuperação este ano. Países no centro do conflito, incluindo Israel e Irã, enfrentam retrocessos particularmente acentuados, uma vez que as perspectivas de recuperação foram comprometidas. Segundo a Tourism Economics, as quedas projetadas são impulsionadas por duas forças interligadas: interrupções operacionais e enfraquecimento da confiança dos viajantes.

FECHAMENTO DO ESPAÇO AÉREO

Do ponto de vista operacional, o fechamento generalizado do espaço aéreo e o cancelamento de voos em diversos países estão restringindo severamente o acesso à região e sua circulação. Mesmo após a reabertura do espaço aéreo, espera-se que as companhias aéreas priorizem a repatriação de passageiros e residentes retidos, o que significa uma retomada mais lenta dos horários normais de voo. Em um cenário de conflito prolongado, as redes de voos levariam mais tempo para se estabilizar, agravando o impacto no fluxo de visitantes. Ao mesmo tempo, espera-se que os efeitos do sentimento do mercado impactem fortemente a demanda muito além do período imediato de interrupção. Mesmo em um conflito de curta duração, a confiança em viajar provavelmente permanecerá baixa durante o segundo trimestre, com apenas uma melhora gradual a partir de então. Em um conflito mais longo, as preocupações com uma nova escalada podem prejudicar as reservas durante grande parte do ano. Os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e a Jordânia, por exemplo, devem sofrer uma redução na demanda, principalmente devido a preocupações com a percepção e a segurança, e não a danos na infraestrutura. Embora esses mercados possam se recuperar mais rapidamente se a estabilidade for restabelecida, a intensidade e a duração da queda dependem muito de quanto tempo as hostilidades continuarem.

POSIÇÃO CRUCIAL

A Tourism Economics também destaca a posição crucial do Oriente Médio na aviação global. Com uma parcela significativa de passageiros internacionais em trânsito por centros regionais, as interrupções afetam não apenas o turismo receptivo, mas também as viagens de longa distância entre a Europa, a Ásia-Pacífico e a América do Norte. Voos com rotas alteradas, custos de combustível mais altos e capacidade reduzida provavelmente pressionarão as tarifas para cima, impactando ainda mais as reservas futuras. Em conjunto, a análise da Tourism Economics destaca a rapidez com que a instabilidade geopolítica pode reverter as trajetórias de crescimento — e como tanto as perturbações físicas quanto a psicologia dos viajantes moldam a dimensão das perdas no turismo.

DUBAI

Vale lembrar que o turismo em Dubai atingiu o terceiro ano recorde, com 19,59 milhões de visitantes em 2025. Parcerias estratégicas, campanhas de marketing globais e grandes eventos contribuíram para que Dubai recebesse 19,59 milhões de visitantes internacionais com pernoite em 2025, representando um aumento de 5% em comparação com os 18,72 milhões de chegadas em 2024, de acordo com dados publicados pelo Departamento de Economia e Turismo de Dubai (DET), e o terceiro ano consecutivo de números recordes. A cidade encerrou o ano recebendo mais de 2 milhões de visitantes em um único mês do calendário pela primeira vez em dezembro, criando um forte impulso para 2026. O forte crescimento do turismo em Dubai foi impulsionado pelo compromisso da liderança em construir uma cidade que conecta o mundo, cria oportunidades e oferece experiências únicas e enriquecedoras para viajantes globais. O sucesso de Dubai também reflete a diversidade da cidade, sua vibração cultural e sua capacidade de evoluir continuamente suas ofertas de turismo e hospitalidade. Por meio da estreita colaboração entre todas as partes interessadas, estavam focados em impulsionar maior inovação e elevar a excelência dos serviços em todo o ecossistema turístico. Agora vemos ao vivo e a cores DubaI sendo bombardeada.

NOVAS TAXAS

Outro detalhe que prejudica muito o turismo pela Europa são as novas e pesadas taxas para o turista. Tanto que o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), que representa o setor privado na indústria de viagens e turismo, alertou contra a introdução de novas taxas locais para visitantes na Inglaterra, advertindo que custos adicionais e políticas locais fragmentadas podem levar à perda de empregos, além de enfraquecer ainda mais a competitividade do Reino Unido em um momento em que o crescimento do setor já está ficando para trás em relação à recuperação global. O alerta surge no momento em que o governo do Reino Unido consulta sobre propostas para conceder às Autoridades Estratégicas Municipais o poder de introduzir taxas para visitantes que pernoitam. A análise do WTTC mostra que o Reino Unido tem um desempenho inferior ao de seus pares globais e que novas taxas para visitantes provavelmente agravariam os desafios existentes, em vez de resolvê-los. Essas taxas também teriam o maior impacto nas PMEs, as dezenas de milhares de proprietários de pequenos hotéis, restaurantes e lojas locais. Dados recentes do WTTC mostram que a previsão é de que o PIB global do setor de Viagens e Turismo cresça 6,7% em 2025, enquanto no Reino Unido a expectativa é de um crescimento de apenas 4,3%, o que significa que o crescimento britânico está 36% abaixo da média global.

EMPREGOS NO TURISMO

O setor de Viagens e Turismo sustenta cerca de 4,5 milhões de empregos no Reino Unido, o equivalente a aproximadamente um em cada oito empregos em todo o país, o que demonstra a importância de manter a competitividade em um setor que desempenha um papel fundamental no emprego e no crescimento regional. Nos últimos quatro anos, um em cada três empregos em todo o mundo foi criado pelo setor, mas novos empregos estão em risco no Reino Unido devido a políticas como as taxas turísticas. Os turistas têm mais motivos para escolher destinos sem essas taxas. Ao mesmo tempo, o Reino Unido já ocupa a 113ª posição entre 119 países em termos de competitividade de preços, de acordo com o Índice de Desenvolvimento de Viagens e Turismo de 2024 do Fórum Econômico Mundial, o que reflete o impacto cumulativo de altos impostos, custos operacionais e encargos administrativos sobre os visitantes.

CENÁRIO ECONÔMICO FRÁGIL
As pesquisas do WTTC mostram consistentemente que os viajantes estão cada vez mais sensíveis aos preços, principalmente em um cenário econômico mais frágil. Em todos os segmentos de viajantes, o custo e a relação custo-benefício superam outras considerações na hora de escolher um destino. Mesmo entre os consumidores preocupados com a sustentabilidade, preços mais altos tendem a reduzir a demanda em vez de mudar o comportamento, o que significa que taxas adicionais têm maior probabilidade de desviar os visitantes para destinos concorrentes do que atingir os objetivos das políticas públicas. As evidências já sugerem que os viajantes estão optando por destinos alternativos, com estimativas do setor indicando que bilhões em gastos potenciais de visitantes estão sendo redirecionados do Reino Unido, à medida que os viajantes escolhem mercados mais seguros. O WTTC está particularmente preocupado com o fato de que a descentralização dos poderes de cobrança de taxas para cidades ou regiões individuais criaria um cenário político fragmentado e incerto para visitantes e empresas. A análise das políticas de gestão de destinos mostra que os impostos locais sobre visitantes podem arrecadar mais dinheiro, mas muitas vezes não resolvem os problemas subjacentes de infraestrutura ou capacidade. Em vez disso, aumentam a complexidade, desestimulam o investimento e prejudicam a competitividade a longo prazo quando não são acompanhados por uma estratégia nacional clara e estruturas de reinvestimento.

US$ 12,5 TRILHÕES EM INVESTIMENTOS

Enquanto o Brasil “tem” uma mínima conectividade, total insegurança, inclusive jurídica, muitos impostos para bancar a máquina pública corrupta e, zero em investimentos por parte do poder público no turismo, … o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) revelou que os US$ 12,5 trilhões em investimentos projetados para o setor de viagens e turismo nas principais economias desempenharão um papel decisivo na definição da competitividade e do crescimento econômico até 2035. O relatório mais recente do WTTC, “Bridging the Gap: Travel & Tourism Capital Investment and Demand Growth Across the G20” (Preenchendo a Lacuna: Investimento de Capital em Viagens e Turismo e Crescimento da Demanda nos Países do G20), lançado na ITB Berlim e produzido em colaboração com a Oxford Economics, mostra que a demanda por viagens e turismo nos países do G20 e na Espanha deverá crescer 3,3% ao ano na próxima década. O investimento de capital deverá crescer a uma taxa ainda mais expressiva, de 4,6% ao ano – contudo, o relatório destaca a necessidade urgente de alinhar esse investimento à demanda imediata para garantir a resiliência a longo prazo. Embora se espere que o crescimento geral do investimento supere a demanda, o momento é crucial. A situação deverá mudar a partir de 2033, com o investimento a ultrapassar a procura. No geral, prevê-se que o investimento cresça a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 4,6% entre 2025 e 2035, em comparação com 3,3% para a procura.

ALEMANHA & ESPANHA

Alemanha e Espanha lideram os investimentos. O cenário varia significativamente entre as economias, com alguns países atuando como “modernizadores estratégicos” ao investir antecipadamente às necessidades futuras. A Alemanha planeja investir US$ 543 bilhões até 2035, uma relação investimento/crescimento da demanda de 1,39, reforçando sua posição como um destino resiliente e de alta qualidade. Entretanto, a Espanha investirá 349 bilhões de dólares – um ritmo de investimento 1,46 vezes superior à procura entre agora e 2035 – reforçando a competitividade do país como destino turístico. De acordo com Gloria Guevara, “O setor de Viagens e Turismo está entrando em uma nova década decisiva para infraestrutura e competitividade. Os países que alinham seus investimentos à demanda futura estão fortalecendo sua resiliência econômica e garantindo o crescimento a longo prazo. Alemanha e Espanha demonstram como investimentos estratégicos e voltados para o futuro podem aprimorar a conectividade e gerar empregos. À medida que a demanda continua a crescer, manter esse ritmo será fundamental para assegurar o crescimento sustentável em todo o G20. O relatório destaca que o investimento sustentado e direcionado em infraestrutura – incluindo conectividade de transporte e melhorias sustentáveis – será fundamental para desbloquear todo o potencial econômico do setor. O WTTC defende a colaboração contínua entre governos e o setor privado para garantir que o investimento permaneça alinhado com as tendências de demanda de longo prazo e gere retornos econômicos mensuráveis.”

TURISTA DA PÁSCOA

A Páscoa de 2026 promete aquecer fortemente o turismo na Serra Gaúcha. Dados da Parksnet, com atuação nacional e que conecta praticamente todo (98%) o ecossistema de parques e os principais restaurantes temáticos de Gramado e Canela, indicam uma projeção de crescimento de cerca de 110% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Além do avanço expressivo na perspectiva para o volume a ser comercializado, a expectativa é de alta entre 10% e 15% no ticket médio, reflexo de um visitante mais disposto a investir em experiências completas, combos personalizados e ingressos múltiplos. De acordo com Samejima, entre os aspectos observados de conduta dos consumidores estão a consolidação da Serra Gaúcha como destino preferencial para a data, passado quase dois anos da enchente histórica no Rio Grande do Sul e o fortalecimento da economia local.

Além de produtos integrados, o calendário da Páscoa no início de abril também favorece estadias mais longas dos visitantes na Serra Gaúcha. A maior concentração de demanda, por outro lado, exige planejamento comercial antecipado do setor de turismo para capturar todo o potencial do período. O bom relacionamento entre hoteleiros, guias, parques e restaurantes locais, por exemplo, fortalece a cadeia e amplia o alcance do trade, em um momento em que o comportamento do visitante mistura planejamento antecipado com decisões de última hora. E, esse equilíbrio revela um destino maduro, que é a Serra Gaúcha, capaz de atender diferentes perfis de público e transformar datas sazonais em um polo de experiências completas.

AEROPORTO & PORTO MERIDIONAL – SERRA GAÚCHA

A propósito, uma mobilização conjunta entre seis prefeituras da Serra Gaúcha e dos Campos de Cima da Serra busca transformar a infraestrutura logística do Rio Grande do Sul. O objetivo central é consolidar a ERS-476 como a principal via de conexão entre dois dos maiores projetos de infraestrutura planejados para o estado: o Aeroporto de Vila Oliva, em Caxias do Sul, e o Porto Meridional, em Arroio do Sal. O movimento ganhou força definitiva em reunião realizada no último dia 19 de fevereiro, no Parque das Cascatas. O encontro, liderado pela administração de São Francisco de Paula, reuniu os prefeitos de Canela e Jaquirana, além de representantes de Cambará do Sul e São José dos Ausentes, evidenciando uma união regional inédita em prol da rodovia. A base da articulação é o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) do DAER, que já aponta a ERS-476 como a alternativa mais qualificada para interligar a Região das Hortênsias ao futuro aeroporto, com previsão de operação para 2029. Para os gestores municipais, a ERS-476 não é apenas uma estrada, mas um corredor de desenvolvimento que encurta distâncias para o turismo e para o escoamento de produção. A reunião no Lajeado Grande — que contou com o apoio da associação de moradores local — definiu metas claras para acelerar o processo. Os municípios engajados na proposta são: São Francisco de Paula; Canela; Jaquirana; Cambará do Sul e São José dos Ausentes.

PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU

O Parque Nacional do Iguaçu, que abriga as mundialmente conhecidas Cataratas do Iguaçu, recebeu em fevereiro a visita de 169.009 pessoas de 123 nacionalidades, registrando o maior fevereiro em visitação da história da unidade de conservação. O resultado reforça a tendência de crescimento do turismo no destino. Os dois primeiros meses de 2026 já superaram a visitação de todos os anos anteriores para o mesmo período, incluindo os níveis registrados antes da pandemia. No acumulado do ano, o parque já recebeu 421.812 visitantes, número 14% maior em comparação com o mesmo período de 2025. Apenas o mês de fevereiro apresentou crescimento de 24,77% em relação ao ano passado. O feriado de Carnaval impulsionou o movimento no parque, reunindo 38 mil visitantes em quatro dias de programação especial. O destaque foi o domingo, 15 de fevereiro, quando 15.405 pessoas visitaram o parque, configurando a segunda maior visitação diária já registrada no destino desde o início da gestão da Urbia+Cataratas. Visitação por nacionalidade — Entre as 123 nacionalidades presentes no Patrimônio Mundial Natural em fevereiro, os brasileiros lideraram a visitação, com 85.293 pessoas. O pódio internacional se completa com: – Argentina: 24.852 visitantes; Paraguai: 7.234 visitantes; Estados Unidos – 6.095; Alemanha – 5.300; França – 3.537; China – 2.993; Chile – 2.860; Peru – 2.599; Israel – 2.555. A presença de visitantes de mais de 120 países reforça o alcance global das Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza.

BELLA DA SEMANA – A SENSUALIDADE QUE EMPODERA

Neste 08 de março, uma homenagem às Bellas que reconhecem sua força na liberdade de ser e se expressar como quiser. Nesse último domingo, 08 de março, foi o Dia Internacional da Mulher. Uma data para celebrar conquistas, refletir sobre desafios e, acima de tudo, honrar a essência feminina em sua pluralidade. Para nós, do Bella da Semana, essa homenagem passa por um território que conhecemos bem: o da sensualidade como uma poderosa ferramenta de empoderamento. Longe de ser um conceito para agradar ao outro, a sensualidade que celebramos é um ato de autoconhecimento e autoamor. É a mulher que se apropria de suas curvas, de sua pele e de seu desejo, não como um objeto, mas como a protagonista de sua própria história. A cada ensaio, testemunhamos essa força em primeira mão. As mulheres que posam para nossas lentes são muito mais do que corpos bonitos; são profissionais, mães, estudantes e artistas cheias de atitude e coragem. Elas escolhem se expressar, quebrar tabus e reivindicar o direito sobre a própria imagem. Elas nos ensinam que ser sensual é ter controle da narrativa. É um diálogo íntimo entre a câmera e a confiança de quem sabe o poder que tem. Essa é a beleza que nos inspira: a que transborda de dentro para fora, carregada de personalidade e história. Neste Dia Internacional da Mulher, nossa homenagem se estende a todas. Às Bellas que brilham em nossos ensaios e a cada uma de vocês que, no dia a dia, se empodera de sua própria maneira. Que possamos, juntas, continuar construindo um mundo onde toda mulher seja livre para ser sua versão mais autêntica e poderosa.

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Fotos: Divulgação / Jefferson Severino / Assessorias de Imprensa / Arquivos Pessoais – Fontes: Assessorias de Imprensa
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