A Associação Madre Teresa alcançou uma marca histórica em junho: a Casa de Acolhimento chegou aos 100 mil atendimentos realizados, consolidando-se como uma importante iniciativa de apoio a pacientes e acompanhantes em tratamento de saúde na região.
Criado há cinco anos, o espaço nasceu para transformar uma realidade enfrentada por pacientes que vinham de municípios vizinhos para atendimento na Unacon do Hospital Marieta, em Itajaí, no estado de Santa Catarina.
Muitos precisavam permanecer no município durante todo o dia aguardando o retorno dos veículos disponibilizados pelas prefeituras. Durante esse período, enfrentavam longas esperas em condições difíceis, expostos ao frio, ao calor e, em alguns casos, sem acesso adequado à alimentação.
A partir dessa necessidade, a entidade criou uma estrutura voltada ao cuidado e à dignidade dos pacientes. “Percebemos que o tratamento não acontecia apenas dentro do consultório ou da sala de exames. Existia uma jornada inteira do lado de fora, marcada pela espera, pelo cansaço e pela vulnerabilidade. A Casa de Acolhimento surgiu para acolher essas pessoas e oferecer um pouco mais de dignidade durante esse processo”, destaca o presidente da AMT, João Carlos Batista dos Santos.
Localizada ao lado do hospital, a Casa de Acolhimento oferece gratuitamente espaço de convivência, alimentação, conforto, televisão, internet, leitura e atendimento humanizado.
Os números reforçam o impacto da iniciativa. Apenas em 2025 foram registrados mais de 23 mil acolhimentos, enquanto pacientes de mais de 20 municípios passaram pela estrutura desde a inauguração.
Entre as cidades com maior volume de usuários estão Itapema, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Camboriú e Penha.
Uma história entre 100 mil
A força de Rosineia Guimarães está estampada nos olhos. Em tratamento contra o câncer de mama, ela permanece algumas horas por semana na Casa de Acolhimento.
Sempre que passa pela Unacon, do Hospital Marieta, é no espaço criado pela Associação Madre Teresa que aguarda a chegada do transporte da prefeitura de Balneário Piçarras, onde mora, para retornar para casa.
São dois anos e meio de uma trajetória marcada pela fé e esperança. “A Casa de Acolhimento é o nosso porto seguro. Aqui temos o apoio dos voluntários e até de outros pacientes, esquecemos da dor, da doença, nos confortamos com um lanche saboroso, fazemos atividades, enfim, é uma maravilha”, afirma.
Para João Carlos, a marca dos 100 mil acolhimentos representa mais do que um número. “São 100 mil momentos em que alguém encontrou apoio, conforto e acolhimento. São 100 mil histórias que mostram a força da solidariedade e o quanto a união entre voluntários, empresas, associados e comunidade pode transformar vidas.”
A Associação Madre Teresa mantém a Casa de Acolhimento por meio do apoio da comunidade, associados, voluntários e parceiros. A instituição também desenvolve outros projetos voltados à qualidade de vida dos pacientes, como o Banco Ortopédico, Banco de Perucas e Lenços e Banco de Sutiãs Pós-Cirúrgicos.
Dados que transformam vidas
- 100 mil acolhimentos realizados
- Mais de 20 cidades atendidas
- Mais de 23 mil acolhimentos apenas em 2025
- Estrutura criada para atender pacientes da Unacon
- Alimentação, conforto, internet, leitura e acolhimento gratuitos
- Mantida com apoio da comunidade
Informações para a imprensa – Oficina das Palavras.
Associação Madre Teresa
Administração: Av. Cel. Marcos Konder, 1111 – Centro, Itajaí (SC)
Casa de Acolhimento: Rua Aderbal Ramos da Silva, 94, Centro, Itajaí (SC)






