EQUIPOTEL – TURISTALKS
Conhecimento e inovação para quem quer acompanhar a evolução da hospitalidade! Sem dúvidas, a hospitalidade está em constante transformação. Novas tendências, mudanças no comportamento dos consumidores e práticas mais sustentáveis estão redefinindo a forma como o mercado se desenvolve. Na Equipotel 2026, você encontrará um ambiente que reúne conteúdo, inovação, negócios e experiências para acompanhar essas mudanças de perto. Além disso, foi ciado o TurisTalks, um espaço criado para promover conversas relevantes sobre os temas que estão moldando o presente e o futuro da hospitalidade e do turismo. Durante os quatro dias de evento, especialistas, executivos e lideranças do setor compartilharão experiências, tendências e perspectivas sobre assuntos que fazem parte da rotina dos negócios.
Entre os destaques, você encontrará: Arquitetura & Design para novos espaços e experiências; O avanço do bem-estar como diferencial na jornada do hóspede; Infraestrutura e novos empreendimentos para o crescimento do setor; Lançamentos e soluções apresentados pelos expositores da feira. A edição de 2026 também marca o lançamento do primeiro Selo ESG da Hospitalidade realizado dentro de uma feira do setor no Brasil. A iniciativa é promovida pela Equipotel em parceria com o HUB ESG HOTEL BUSINESS para reconhecer empresas comprometidas com práticas de sustentabilidade, impacto social e governança. O projeto irá: Avaliar os expositores participantes; Reconhecer empresas que promovem boas práticas ESG; Incentivar uma hospitalidade cada vez mais responsável e sustentável. FAÇA SEU CREDENCIAMENTO GRATUITO.

TURISMO EM BOM JARDIM DA SERRA

A história do turismo de Bom Jardim da Serra passa por empreendedores que enxergaram potencial onde muitos ainda viam apenas uma região de clima rigoroso e belas paisagens. Um deles é o engenheiro Ivan Cascaes, fundador do Rio do Rastro Eco Resort, empreendimento inaugurado em 1999 e considerado um dos pioneiros da hotelaria de alto padrão na Serra Catarinense. Depois de décadas atuando na construção civil em Florianópolis, Cascaes decidiu mudar de rumo. Procurava um projeto que deixasse um legado e encontrou na Serra do Rio do Rastro o lugar ideal para investir. A propriedade ocupa cerca de 100 hectares e começou com um conceito bastante comum para a época: um hotel fazenda formado por chalés que privilegiavam privacidade e contato com a natureza. Com o amadurecimento do turismo na Serra Catarinense, porém, o empreendimento evoluiu.

A transformação deu origem ao Rio do Rastro Eco Resort como é conhecido hoje. O Empreendimento passou a investir em hospedagem de alto padrão, mantendo o contato com a natureza como principal diferencial, mas agregando conforto, exclusividade e práticas sustentáveis. Entre as iniciativas ambientais adotadas estão o reaproveitamento de resíduos, o uso de um monjolo movido à água para triturar aproximadamente 1.500 garrafas de vidro por mês e a reutilização desse material nas estradas internas da propriedade. As ações renderam ao resort reconhecimento por integrar a Associação Brasileira de Roteiros de Charme, que reúne hotéis independentes comprometidos com sustentabilidade e qualidade. Para Ivan Cascaes, Bom Jardim da Serra vive uma mudança econômica importante. Se antes a produção de maçã era a principal atividade do município, hoje o turismo ganha cada vez mais espaço. Na avaliação do empresário, poucos lugares oferecem uma combinação tão rica de paisagens naturais. “O futuro de Bom Jardim da Serra é o turismo. Hoje a maçã ainda é muito importante, mas o turismo já caminha para se tornar a principal atividade econômica. As nascentes, os cânions, a Serra do Rio do Rastro, a neblina cobrindo a serra… é uma paisagem mágica. Tem dias em que a gente acorda olhando para um mar de nuvens. Hoje nós temos mais de 30 experiências diferentes. O hóspede pode ficar praticamente uma semana aqui sem repetir atividade.”

DIFERENCIAIS
Um dos diferenciais do Rio do Rastro Eco Resort é a variedade de atividades oferecidas aos hóspedes dentro da própria propriedade. Segundo Cascaes, o objetivo sempre foi fazer com que a hospedagem fosse, por si só, uma experiência completa. As opções incluem trilhas, cavalgadas, espaços para contemplação da natureza, experiências gastronômicas e atividades que valorizam a paisagem da Serra Catarinense, permitindo que o visitante aproveite o destino sem precisar sair da propriedade. Mesmo assim, Cascaes faz questão de incentivar que os visitantes conheçam outros atrativos da região. “Fazemos questão de falar aos nossos hóspedes que conheçam a região. As vinícolas, os cânions e os demais atrativos fortalecem toda a Serra Catarinense. É importante que venham mais investidores para cá.” O turista busca aquilo que não encontra na cidade Cooperar para crescer Embora seja proprietário de um dos principais meios de hospedagem da região, Cascaes defende que Bom Jardim da Serra precisa atrair novos empreendimentos. Na visão dele, o turismo não deve ser encarado como uma disputa entre empresários, mas como uma atividade coletiva.

BUSCA PELO ESPECIAL

Segundo Cascaes, esse espírito de cooperação já faz parte da cultura dos empreendedores locais, que costumam indicar atrações e estabelecimentos uns dos outros para ampliar a permanência dos visitantes e fortalecer toda a cadeia turística. O turista busca aquilo que não encontra na cidade O perfil dos visitantes também mudou ao longo dos anos. Hoje, grande parte dos hóspedes vem dos grandes centros urbanos em busca justamente do que lhes falta na rotina. “O turismo sempre foi a busca pelo especial. Quem mora em cidades como São Paulo quer exatamente o contrário daquilo que vive todos os dias. Eles procuram silêncio, natureza, tranquilidade e privacidade.” Mesmo sendo voltado ao segmento de alto padrão, o empresário ressalta que a gastronomia do resort recebe visitantes que não estão hospedados, ampliando o acesso à experiência oferecida pelo empreendimento.

POTENCIAL TURÍSTICO

O potencial turístico da região ainda está longe de ser totalmente explorado. Além da chegada de novos empreendedores, Cascaes acredita que investimentos em infraestrutura serão decisivos para consolidar Bom Jardim da Serra entre os grandes destinos turísticos do Brasil. Entre os projetos aguardados está a revitalização do Mirante da Serra do Rio do Rastro e a conclusão das obras na Serra do Corvo Branco, considerado um dos principais cartões-postais catarinenses. Depois de mais de duas décadas à frente do Rio do Rastro Eco Resort, Ivan Cascaes segue convencido de que fez a escolha certa ao trocar os grandes canteiros de obras pela Serra Catarinense. Para ele, o desenvolvimento de Bom Jardim da Serra passa pela união entre empresários, poder público e novos investidores, capazes de transformar um patrimônio natural único em uma economia cada vez mais forte, sustentável e preparada para receber visitantes do Brasil e do mundo.

TURISMO NA SERRA CATARINENSE

Falando nisso, a experiência da Serra Catarinense na organização e fortalecimento do turismo regional foi apresentada a prefeitos da Associação dos Municípios do Alto Irani (Amai), durante encontro realizado em Xanxerê. O secretário executivo da Amures, Walter Manfroi, compartilhou estratégias, ações e resultados alcançados com o processo de regionalização do turismo. Entre os temas abordados estiveram o planejamento estratégico, a estruturação do setor, os modelos de governança, a construção de roteiros integrados, o fortalecimento da identidade regional e a elaboração do Plano Regional de Turismo — iniciativas que vêm consolidando a Serra Catarinense como referência em desenvolvimento turístico integrado. A apresentação contou também com apoio do assessor de turismo da Amures, Mario Aleixo Corrêa da Motta, e teve como tema “Intercâmbio Técnico e Institucional para Conhecimento de Boas Práticas em Desenvolvimento Regional: Serra Catarinense, um case real de regionalização, governança e transformação pelo turismo”. O encontro abriu a assembleia da entidade e reuniu 14 prefeitos da região Oeste. O presidente da Amai e prefeito de Lajeado Grande, Anderson Bianchi, agradeceu pela apresentação e destacou que o objetivo da associação é promover a integração regional e valorizar as potencialidades turísticas dos municípios.

Segundo Anderson Bianchi, os municípios da região, juntamente com cidades vizinhas, formam um território com paisagens, cultura e grande potencial turístico ainda a ser explorado. Ele reforçou a importância da construção de soluções conjuntas e do alinhamento de ações entre os gestores municipais para impulsionar o desenvolvimento regional de forma integrada e colaborativa. A secretária executiva da Amai, Ingrid Piovesan, também agradeceu à equipe da Amures pela apresentação e ressaltou que o encontro provocou uma reflexão entre os gestores sobre identidade regional, planejamento e objetivos futuros. “São exemplos como o da Serra Catarinense que despertam para a importância da regionalização e do fortalecimento do turismo como estratégia de desenvolvimento”, destacou. A Amai é formada por 14 municípios, sendo eles: Abelardo Luz, Bom Jesus, Entre Rios, Faxinal dos Guedes, Ipuaçu, Lajeado Grande, Marema, Ouro Verde, Passos Maia, Ponte Serrada, São Domingos, Vargeão, Xanxerê e Xaxim.

CATARATAS – RECORDE DE PÚBLICO

O Parque Nacional do Iguaçu registrou em julho de 2026 o maior volume de visitação mensal da história da unidade. O Patrimônio Mundial Natural, que abriga as Cataratas do Iguaçu e tem a gestão turística realizada pela concessionária Urbia+Cataratas, recebeu 263.150 visitantes entre os dias 1º e 31 de julho. O resultado representa um crescimento de 20% em relação ao mesmo período de 2025, quando registrou 219.216 pessoas e supera em 11% os 230.000 visitantes esperados em julho, dessa forma, ultrapassando também janeiro de 2026, o maior mês em visitação no Parque até então. Entre os turistas brasileiros, os provenientes de São Paulo lideram o ranking de estados de origem durante o mês de férias, com 60.757 visitantes. O Paraná figurou na segunda colocação, somando 37.495 pessoas, seguido de Santa Catarina (13.107), Rio de Janeiro (9.614) e Minas Gerais (9.250). Esses números refletem principalmente, o período de férias escolares de julho, em que o parque expandiu seus horários de experiências para atender a todos os visitantes. A operação inicial prevista para os dias 11 e 26 de julho, foi estendido até o dia 2 de agosto, para acompanhar o calendário de férias na Argentina, fator que fortaleceu a visitação dos “hermanos” que compartilham a Maravilha Mundial da Natureza com o Brasil. Além da contemplação das Cataratas do Iguaçu, os visitantes encontraram no parque um leque diversificado de experiências, como os passeios de Amanhecer, Pôr do Sol e Céu das Cataratas com observação do céu, além de trilhas autoguiadas em meio à Mata Atlântica e opções gastronômicas, que enriqueceram o passeio com diferentes opções de conexão com a natureza e atividades ao ar livre.

EASYJET FOI VENDIDA

A conhecida companhia aérea laranja está se preparando para entrar em uma nova era. A EasyJet concordou em ser adquirida por £ 5,7 bilhões pela gigante americana de private equity Apollo Global Management, trazendo uma das marcas de aviação mais conhecidas da Grã-Bretanha para o controle privado e levantando uma questão ainda maior: o que acontece quando o private equity assume o controle de uma companhia aérea de baixo custo construída sobre escala, simplicidade e eficiência implacável? Sempre voei EazyJet na Europa. Super barata, simples de viajar e o teu passaporte era o bilhete aéreo. O mesmo funcionário que despachava tua bagagem era o mesmo, único na hora do embarque. Durante quase três décadas, a easyJet tem sido uma das empresas que definiram a aviação de baixo custo na Europa. Agora, seu próximo capítulo será escrito longe do mercado de ações de Londres. A companhia aérea aceitou formalmente uma oferta de £ 5,7 bilhões da Apollo Global Management, encerrando uma disputa de aquisição que também atraiu a empresa de investimentos americana Castlelake. A Apollo pagará 715 pence por ação, e a transação deverá ser concluída até o final de março de 2027.

PROPOSTA DESCOMPLICADA

A EasyJet foi fundada em 1995 e tornou-se uma das empresas que transformaram as viagens aéreas na Europa. Sua proposta era deliberadamente descomplicada: tarifas mais baixas, alta utilização das aeronaves e uma rede capaz de tornar os voos de curta distância acessíveis a milhões de passageiros a mais. Três décadas depois, a companhia aérea ocupa uma posição consideravelmente mais sofisticada. A EasyJet continua sendo associada a viagens de baixo custo, mas sua rede inclui grandes aeroportos com capacidade limitada, o que a coloca cada vez mais em concorrência direta com os grupos de companhias aéreas tradicionais. ectividade europeia ajuda a explicar por que a companhia aérea se tornou atraente para grandes empresas de investimento. A Apollo não está entrando no setor da aviação pela primeira vez. O grupo de investimento já teve exposição a empresas de companhias aéreas de passageiros, carga e serviços de aviação, o que lhe confere experiência em um setor caracterizado por complexidade e volatilidade. Poucas indústrias combinam as enormes receitas da aviação com sua exposição aos preços dos combustíveis, à instabilidade geopolítica, à regulamentação, aos custos trabalhistas, à capacidade aeroportuária e às oscilações imprevisíveis na demanda do consumidor.

A APOLLO
Para passageiros e funcionários, o detalhe mais importante inicialmente pode ser o quão pouco a Apollo diz que pretende mudar. A empresa de investimentos indicou que apoia a estratégia atual da EasyJet e se comprometeu a manter as sedes da companhia aérea no Reino Unido e na União Europeia. O CEO da easyJet, Kenton Jarvis, descreveu a Apollo como uma parceira capaz de ajudar a empresa a acelerar seus planos de crescimento. Existem, no entanto, indícios de que a Apollo vê oportunidades para impulsionar ainda mais o negócio. Espera-se que o investidor analise atentamente como a easyJet pode ampliar sua proposta comercial, aprofundar os relacionamentos em todo o ecossistema de viagens e encontrar maneiras adicionais de gerar receita em torno do voo principal. Isso poderá tornar a próxima fase da easyJet particularmente interessante. O modelo de companhia aérea de baixo custo já foi, em grande parte, sobre simplificar ao máximo as coisas. Hoje em dia, trata-se cada vez mais de adicioná-los de volta — mediante um preço. Assentos marcados, bagagens de mão maiores, embarque prioritário, bilhetes flexíveis, salas VIP, pacotes de férias e outros extras transformaram a receita acessória das companhias aéreas em uma sofisticada operação comercial. Para a Apollo, a oportunidade pode, portanto, estar menos relacionada a reinventar a easyJet do que a extrair mais valor dos clientes, da rede e da infraestrutura que já possui.

RISCO DE ENFRAQUECIMENO

Ao insistir de forma muito agressiva em preços premium ou cobranças adicionais, a companhia aérea corre o risco de enfraquecer a proposta que ajudou a construir o negócio em primeiro lugar. No entanto, se agirmos muito lentamente, podemos acabar perdendo uma receita significativa. O desafio para a Apollo será aumentar o valor que a easyJet ganha com cada cliente sem dar a impressão de que a companhia aérea deixou de ser a EasyJet. Essa tensão provavelmente moldará o período de propriedade do capital privado. Existe também uma diferença fundamental entre gerir uma companhia aérea cotada em bolsa e ser proprietário de uma através de capital privado. Os mercados públicos analisam o desempenho trimestral e os preços das ações continuamente. A propriedade privada pode potencialmente dar à gestão maior liberdade para fazer investimentos cujos retornos levam anos para se materializar. Para uma companhia aérea que opera em um setor altamente cíclico, esse capital paciente pode ser valioso. A participação de capital privado, no entanto, inevitavelmente trará atenção igualmente minuciosa aos retornos, margens e ao valor final do investimento. A única garantia que se tem, uma característica particularmente importante da transação é que, o fundador da easyJet, Sir Stelios Haji-Ioannou, e sua família manterão seu investimento sob a nova estrutura de propriedade, em vez de venderem tudo. Isso cria uma ligação entre as origens empreendedoras da companhia aérea e seu futuro com capital privado. Isso também ajuda a resolver uma das complexidades que envolvem a propriedade das companhias aéreas europeias. A participação da Apollo ficará limitada a 49,9%, enquanto uma estrutura fiduciária da UE poderá deter uma participação adicional, refletindo a necessidade de a transação estar em conformidade com as normas europeias que regem a propriedade e o controle de companhias aéreas.

LATAM

Enquanto isso, a Latam Brasil a iniciou as vendas das novas rotas na última quarta-feira (05), enquanto os primeiros voos serão realizados na última semana de novembro. Até o fim de março de 2027, a empresa espera contar com 14 aeronaves do modelo operando 42 rotas domésticas. Segundo a aérea, este é apenas o primeiro passo da expansão da frota da fabricante brasileira na companhia, fruto de um pedido firme para 24 aviões E195-E2, além de 50 opções de compra. A primeira etapa contempla a abertura de oito novas rotas e quatro destinos inéditos na malha da companhia: Cabo Frio (RJ), Ji-Paraná (RO), Macaé (RJ) e Rondonópolis (MT). Com as estreias, a Latam chegará a 67 destinos no Brasil, a maior rede doméstica de sua história no país. Além disso, a empresa já estuda até 18 novos destinos potenciais para uma segunda fase de expansão em 2027. A partir de Guarulhos, a companhia voará para Rondonópolis (a partir de dezembro de 2026, com sete voos semanais), Ji-Paraná (dezembro de 2026, quatro voos semanais), Cabo Frio (dezembro de 2026, quatro voos semanais) e Macaé (fevereiro de 2027, três voos semanais). Brasília ganhará ligação diária com Ribeirão Preto (SP) a partir de fevereiro de 2027; Curitiba terá novas operações para Londrina (PR, 14 voos semanais) e Cuiabá (MT, sete voos semanais) a partir de março de 2027; e Porto Alegre contará com voos para Campinas (Viracopos, 14 voos semanais) a partir de fevereiro de 2027.

AMPLIAR OFERTAS

Além das novas ligações, os Embraer E195-E2 também serão utilizados para ampliar a oferta em diversos mercados já atendidos pela companhia. As frequências aumentarão em rotas como Guarulhos-Cascavel (mais sete voos, totalizando 21 semanais a partir de dezembro/2026), Galeão-Curitiba (mais sete voos, totalizando 21 semanais em dezembro/2026) e Porto Alegre-Curitiba (mais sete voos, totalizando 21 semanais em fevereiro/2027), todas com crescimento de 50%. Além disso, há incrementos entre Guarulhos e Uberaba (mais um voo, chegando a quatro semanais em dezembro/2026), Palmas (mais quatro voos, chegando a 21 semanais em dezembro/2026) e Uberlândia (mais dois voos, chegando a 28 semanais em dezembro/2026). O objetivo da nova frota vai além da abertura de novos mercados e passa por oferecer um produto mais competitivo para cidades já atendidas pela companhia. De fato, o Embraer traz a possibilidade de operar destinos menores, mas também melhora a operação onde já atuam. Uma cidade que hoje tem um voo diário pode passar a ter dois voos, um pela manhã e outro à tarde, aumentando as opções para o passageiro e melhorando a conectividade com os seus principais hubs. A Latam informou ainda que esta primeira fase contempla apenas parte da encomenda dos E195-E2. Com a chegada de novas aeronaves ao longo de 2027, a companhia anunciará uma segunda etapa da expansão, com novas rotas e reforços adicionais na malha doméstica.

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