A edição do Programa Alesc Itinerante realizada em Araranguá, no Extremo Sul de Santa Catarina, reuniu cerca de 1,5 mil pessoas durante os dois dias de programação promovidos pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
As atividades ocorreram no Centro Multiuso Arlete Cristiano Salomé, que recebeu sessões plenárias, reuniões de comissões permanentes, encontros de bancadas regionais e participação de lideranças políticas e representantes da sociedade civil.
O presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD), avaliou de forma positiva a décima edição do programa, destacando a participação popular e a presença de entidades regionais durante os debates.
Segundo ele, as manifestações de lideranças e representantes da comunidade contribuem para ampliar o diálogo entre o Parlamento catarinense e a população.
Sessões e votações
Durante os dois dias de programação, o plenário da Assembleia realizou duas sessões ordinárias, com aprovação de 30 projetos de lei e 46 proposições não normativas, entre moções, requerimentos e pedidos de informação.
Além disso, 29 entidades da região utilizaram a tribuna da Assembleia para apresentar demandas e reivindicações aos parlamentares.
As comissões permanentes também realizaram sete reuniões, analisando ao todo 45 proposições legislativas.
Outro destaque da edição foi a realização, pela primeira vez, de reuniões envolvendo as seis bancadas regionais da Assembleia Legislativa.
Conforme dados do cerimonial da Casa, aproximadamente 120 autoridades participaram das atividades promovidas em Araranguá.
Histórico do programa
Criado em 2024, em comemoração aos 190 anos do Parlamento estadual, o programa tem como objetivo aproximar o Legislativo da população catarinense por meio de sessões descentralizadas em diferentes regiões do estado.
As primeiras edições foram realizadas em Blumenau, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó.
Em 2025, a iniciativa foi mantida após aprovação de resolução específica, permitindo novas etapas em São Miguel do Oeste, Mafra, Balneário Camboriú, Curitibanos e Araranguá.
A proposta busca fortalecer a participação regional, ampliar o debate sobre pautas locais e aproximar os cidadãos das atividades legislativas.






